Organizações não perdem previsibilidade de uma vez. Perdem em pequenas doses.
Cada vez que a operação se descola do que foi definido — e ninguém nota.
O manual existe. O processo foi documentado. O contrato foi assinado. Mas a operação passou a funcionar com base em memória coletiva informal. Seis meses depois, ninguém sabe mais o que o documento diz. Só sabe o que sempre foi feito.
Quando a crise aparece, o documento volta à mesa. E quase sempre revela duas coisas ao mesmo tempo: que alguns problemas eram menores do que pareciam, e que algumas oportunidades haviam sido ignoradas o tempo todo.
Qual documento da sua operação, se fosse relido hoje, revelaria uma oportunidade que ninguém percebeu?
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