A operação parou de
sustentar o que você
construiu.

Crise não avisa. Avisa quando já é tarde.
Entro para parar o sangramento, reconstruir a arquitetura e institucionalizar o que foi construído — antes que a urgência vire colapso.

21→47% Margem operacional revertida · Telebanco Bradesco
45 dias SLA de 20% para 80% sem novas contratações · Serasa
Zero Falhas técnicas na integração HSBC-Bradesco
O que você está vivendo

Não é falta de esforço.
É falta de estrutura.

Sinais de que a operação entrou em zona crítica

  • Decisões que antes eram simples agora travam por dias
  • A equipe produz, mas as margens continuam caindo
  • Dois ou três nomes sustentam tudo — e todos sabem disso
  • SLAs fora do controle e clientes percebendo antes da gestão
  • Cada solução cria um problema novo em outro ponto
  • O fundador voltou a operar o dia a dia porque ninguém mais consegue
  • Processos existem no papel, mas ninguém os segue sob pressão

Por que o problema persiste mesmo com gente boa na equipe

Turnaround não é sobre incompetência de pessoas. É sobre arquitetura da operação — a forma como decisões são tomadas, responsabilidades alocadas e processos sustentados quando a pressão aparece.

Empresas com equipes talentosas entram em colapso operacional porque nenhuma estrutura aguentou o crescimento. O problema não estava nas pessoas. Estava no modelo de funcionamento que as sustentava.

Urgência não elimina a necessidade de estrutura. Ela apenas revela onde ela nunca existiu. O que construímos sob pressão dura mais do que o que construímos no conforto.

Como o trabalho acontece

Três movimentos.
Um único resultado: previsibilidade.

Não entro com solução pronta. Entro para entender onde a operação realmente trava — e construir a arquitetura que sustenta o que vem a seguir.

Diagnóstico e estabilização

Semanas 1–3

Antes de reconstruir, é preciso parar o sangramento. Mapeio os pontos críticos reais — não os declarados — e separo o urgente do estrutural. O problema declarado raramente é o problema real.

  • Mapeamento de gargalos operacionais invisíveis
  • Identificação dos pontos de concentração de risco
  • Leitura dos números reais além do que os relatórios mostram
  • Primeira intervenção nas decisões que mais travam

Reestruturação e reversão

Semanas 4–10

Com o diagnóstico claro, reconstruo a arquitetura da operação. Margem, SLA e fluxo de decisões são reorganizados sem inflação de estrutura. Sem relatório. Dentro da operação.

  • Redesenho do modelo de funcionamento decisório
  • Recuperação de margens sem novos custos fixos
  • Distribuição real de responsabilidades — não só no organograma
  • Reativação de SLAs com a equipe existente

Continuidade sem o interventor

Semanas 11–16+

Um turnaround termina quando o interventor deixa de ser necessário. Instalo os mecanismos que garantem continuidade — mesmo com troca de liderança, ausência de sócio ou crescimento acelerado.

  • Documentação viva dos processos críticos
  • Eliminação do Risco CPF — dependência de pessoas-chave
  • Rituais de decisão sustentáveis sem minha presença
  • Transferência estruturada do controle para a liderança interna
Resultados documentados

O problema declarado
raramente é o problema real.

Em cada um desses projetos, a empresa chegou com um problema nomeado. O trabalho real começou quando o verdadeiro obstáculo foi identificado.

Telebanco Bradesco via Capgemini · Turnaround Executivo
Problema declarado

O contact center é custo decrescente. Precisamos reduzir investimento.

Problema real

Era o ativo mais subutilizado do banco — com mais inteligência sobre o cliente do que qualquer outro canal.

Resultado
  • Margem operacional de 21% para 47%
  • US$ 100M em novos projetos originados pelo canal
  • Prêmio Capgemini Excellence Delivery 2017
  • Primeiro projeto ágil em contexto bancário regulado — tanto para o Bradesco quanto para a Capgemini no Brasil
Serasa Experian Desbloqueio Operacional · SLA Crítico
Problema declarado

Precisamos contratar mais de 50 profissionais para resolver o SLA em 20%.

Problema real

150 certificados ITIL, processos documentados — e disputas internas que bloqueavam a execução.

Resultado
  • SLA de 20% para 80% em 45 dias
  • Zero contratações — a previsão de 50+ vagas foi eliminada
Ler o relato completo →
Paschoalotto Reengenharia de Custos · Eficiência Estrutural
Problema declarado

Precisamos de uma consultoria de CRM.

Problema real

Telefonia era o 2º maior custo da empresa. Ninguém havia proposto solução estruturada.

Resultado
  • Até 80% de redução em custos de telefonia, dependendo da rota
  • Cada ciclo de economia financiou o investimento tecnológico seguinte
  • Ao menos 3 concorrentes replicaram o modelo depois
HSBC-Bradesco via Capgemini · Integração Crítica
Problema declarado

Integrar duas infraestruturas com o menor custo possível no curto prazo.

Problema real

Infraestruturas duplicadas geravam risco operacional real. A unificação era o menor risco — não a maior despesa.

Resultado
  • Zero falhas técnicas na virada — único canal do banco nessa condição
  • Reconhecimento verbal de um superintendente técnico do banco: "a área mais preparada" de toda a integração
O risco que ninguém nomeia

Risco CPF:
quando a empresa é uma pessoa.

O maior risco que uma empresa pode carregar não está no mercado, nem na concorrência. Está dentro dela — na dependência invisível de uma, duas, três pessoas para funcionar.

Esse risco tem nome: Risco CPF. E quanto maior a empresa, mais caro ele fica — saída de sócio, doença de gestor, crise operacional, processo de M&A. Em todos esses momentos, ele aparece cedo demais.

Turnaround que não elimina o Risco CPF é manutenção, não reestruturação. O que instalo é permanente.

Você tem Risco CPF quando…
"Toda empresa que não funciona quando a pessoa-chave está ausente já está em risco — mesmo que ainda não perceba."
  • O fundador ou CEO é copiado em todos os e-mails importantes
  • Ninguém toma decisão relevante sem consultar uma única pessoa
  • O conhecimento crítico está na cabeça, não documentado
  • A operação desacelera visivelmente quando alguém tira férias
  • Clientes ligam diretamente para o dono — não para a empresa
  • Sem aquela pessoa, a operação para ou entra em pânico
Para quem é este trabalho

Turnaround não é para todos.
É para quem reconhece o problema.

CEO & Fundador

A empresa cresceu e começou a travar

Você construiu uma operação relevante, mas ela parou de escalar com você. As decisões acumulam, a equipe pede mais do que entrega e você está de volta ao operacional.

Conselho & Shareholders

Os números mostram o problema antes da gestão perceber

Margens caindo, SLAs deteriorando, concentração de risco em pessoas-chave. O conselho precisa de alguém que saiba intervir — não apenas diagnosticar.

Empresa em Transição

Mudança de liderança ou fase crítica iminente

Sucessão familiar, entrada de novo sócio, M&A ou reestruturação pós-crise. Momentos em que a ausência de estrutura vira risco existencial para a continuidade.

Perguntas frequentes

Sobre turnaround operacional

O que é turnaround operacional?

Turnaround operacional é a intervenção que estabiliza uma operação em crise, reverte margem e reconstrói a arquitetura de decisão que sustenta o crescimento. Não é sobre cortar custos genericamente — é sobre identificar onde a estrutura parou de acompanhar a operação e reconstruir isso em três fases: Parar, Reconstruir e Institucionalizar.

Como funciona o método de turnaround em três fases?

O trabalho acontece em três movimentos progressivos. Parar (semanas 1-3): diagnóstico e estabilização, mapeando os pontos críticos reais, não os declarados. Reconstruir (semanas 4-10): reorganização do fluxo decisório, margem e SLA, sem inflação de estrutura. Institucionalizar (semanas 11-16+): instalação dos mecanismos que garantem continuidade sem depender do interventor.

Quando uma empresa precisa de turnaround operacional?

Os sinais mais comuns são decisões que antes eram simples e agora travam por dias, margens caindo mesmo com a equipe produzindo, dois ou três nomes sustentando toda a operação, SLAs fora de controle, e o fundador voltando a operar o dia a dia porque ninguém mais consegue. Nenhum desses sinais é sobre falta de esforço — são sobre falta de estrutura.

Turnaround resolve o Risco CPF?

Sim — e essa é a diferença entre turnaround e manutenção. Um turnaround que não elimina o Risco CPF apenas resolve o sintoma imediato e deixa a mesma fragilidade pronta para reaparecer. A fase de institucionalização existe justamente para isso: eliminar a dependência de pessoas-chave e instalar rituais de decisão que funcionam sem a presença do interventor.

Quando a crise passa

Turnaround resolve o imediato.
Governança garante que não se repita.

Depois que a operação volta a funcionar, a pergunta seguinte é estrutural: como garantir que a empresa continue crescendo sem depender das mesmas pessoas que quase a travaram? É aí que a Arquitetura da Previsibilidade™ se torna o próximo passo natural.

Ver como funciona o advisory de governança →
Próximo passo

Se a operação está travando,
o momento de agir é antes do colapso.

Em menos de uma hora fica claro onde sua empresa depende de pessoas quando deveria depender de estrutura — e o que fazer antes que isso vire crise.